Psicodermatologia: a influência do emocional em nossa pele

Sabe quando alguém nos alerta: “Isso é psicossomático!”, se referindo a algum problema de saúde (muitas vezes crônico) que temos?
Pois então, doenças psicossomáticas são cada vez mais comum, e elas se manifestam quando somatizamos emoções em nosso corpo, justamente de forma inconsciente, ou seja, é a psique afetando nosso organismo por completo.

Desordens emocionais afetam sim nossos órgãos e podem nos trazer diversas dores e doenças físicas, que inclusive podem surgir das doenças já conhecidas por questões psicológicas e mentais, como depressão e síndrome do pânico. Mas vale ficarmos atentos pois quadros de gastrite, enxaqueca e até mesmo infertilidade podem estar ligado aos sentimentos (e como lidamos com eles).

Na dermatologia não seria diferente. Muitas de nossas emoções se manifestam na pele e entre as doenças dermatológicas ligadas à somatização estão: Vitiligo é Psoríase.

Psicodermatologia é o nome dado a essa área que estuda as doenças de pele que surgem de disfunções neurais e desordens emocionais. Inclusive, pesquisas mostram que pessoas que desenvolveram Vitiligo e Psoríase costumam relatar o surgimento da doença após um período de trauma ou muito estresse em sua vida, é o caso inclusive de Sophia Alckminn que conta o aparecimento de suas “manchas” de vitiligo após a morte repentina de seu irmão em um acidente aéreo.

A Psoríase por exemplo, esta associado a falta de liberar/expressar emoções, usando o autocontrole e cobrança excessiva como forma de fugir dos sentimentos. E Kim Kardashian é uma das famosas que já revelou passar por isso e ter desenvolvido Psoríase.

Para a “solução” das doenças de pele por psicossomatização, existem estudos recentes com o nome de “Psiconeuroimunologia” que justamente acompanha as reações do sistema imunológico diante da relação entre liberação de substancias cerebrais e as doenças de pele.

O estudo ainda caminha em passos curtos, mas por enquanto é ressaltado a importância de um acompanhamento médico em conjunto com acompanhamento psicológico, e bom seria se cada vez mais médicos alertassem sobre isso e cada vez mais gente tivesse oportunidade de tratar suas questões psiquicas.

Bora fazer isso sem precisar de doenças ou indicações, né minha gente?

bom fds!

beijos,

Mari

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