Há pouco tempo os stories do Instagram ganhou uma nova ferramenta: Filtros! Os filtros já eram usados em outras redes sociais como Snapchat e Facebook, mas ao ingressar no universo do Instagram, eles passaram a ser “normalizados” pelo público, fazendo parte da rotina principalmente de influenciadores digitais, que se expõe diversas vezes por dias nas redes sociais.

Mas é claro que a conta chega e logo muita gente passou a se manifestar contra o uso de filtros, afinal, muitos deles transformam a imagem pessoal e fazem alusão a “beleza perfeita” , com “técnicas” que mudam a cor dos olhos, afinam o rosto, suavizam a pele (escondendo “imperfeições” como manchas, acne, poros…), aumentam os lábios, arqueiam sobrancelhas e até mesmo criam uma falsa maquiagem.
Muitos médicos, principalmente dermatologistas e psicólogos, já vinham alertando sobre os cuidados e limites com o uso de filtros, afinal, o número de pessoas insatisfeitas com suas próprias belezas e com desejo de investir em procedimentos estéticos para parecer semelhante ao que viam nos filtros aumentou de forma surpreendente!

A luta pela limitação e até proibição ao uso de filtros pode ser longa, mas ao menos no Reino Unido um grande passo já foi tomado!
Recentemente o Advertising Standards Authority (ASA), orgão regulamentar de publicidades no país, proibiu marcas, celebridades e influenciadores digitais a usarem filtros em publicidades e campanhas que envolvam produtos e conteúdos de beleza!
Essa decisão foi tomada por meio de dois fatores: Um deles foi a campanha de Sasha Louise Pallarim, uma influenciadora britânica, que criou o movimento #FILTERDROP no Instagram, defendendo imagens reais e inclusive expondo as diferenças da Realidade x Filtros nas fotos!

E o segundo, e principal motivo para a proibição dos filtros no Reino Unido, foi a crítica em cima de duas influenciadoras britânicas que usaram filtros que mudavam a tonalidade da pele ao promover um produto de bronzeamento artificial.
É importante que cada vez mais todos nós estejamos em alerta ao promover e de certa forma “apoiar” imagens irreais, beleza “padronizada” e a busca pela perfeição que não existe nem nunca irá existir. As redes sociais devem servir impactar positivamente em nossa rotina e não criar mais pressões, principalmente de carater estético. Concorda?
Vale a reflexão!
Beijos e boa semana,
Mari



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